Centro de Formação Cultural
  • NOTÍCIAS
  • Setembro3

    Após um merecido descanso, o Centro de Formação Cultural (CFC) acaro/contagiarte volta à cena para mais uma época intensa e cheia de novidades.

    Embora a nova época tenha data oficial marcada para o dia 4 de Outubro, já em Setembro, de 13 a 19, o CFC abre as portas a uma residência artística, da responsabilidade do projecto Cargotopia, denominada CARGOcasa.

    Esta residência artística irá contemplar um conjunto de oficinas abertas ao público em geral.

    Oficinas CARGOcasa de 13 a 18 de Setembro

    Bozendo_ Movimento Orgânico_Butoh por Emilie Allera e Paulina

    Almeida_França e Portugal

    O Bozendo é uma arte marcial praticada com um “bo”, um pau de 1,50m. Bozendo

    significa, literalmente, “a via do zen pela prática do pau”. De origem chinesa e com

    mais de 25 séculos de existência, consiste num conjunto de manipulações com

    técnicas de evasões, paradas, desarmamentos… O objectivo do Bozendo não é a

    competição, mas a mestria do corpo pela mestria do “bo”, e a perfeição do

    movimento na harmonia e na não agressividade. Esta oficina integra uma base de movimento orgânico que cruza o butoh e a dança vocal e resultará na apresentação pública de um exercício final. Uma sensibilização, sem sobrecarga de informação que não seja a sensitiva,

    sugerindo imagens e formas rituais multiculturais que nos permitam experimentar

    o movimento de uma forma orgânica e criativa. Consideramos que no espírito do

    ensinamento, não faz falta que algo seja apreendido de forma consciente, por isso,

    este trabalho identifica-se com o despertar, o re-descobrir, o reinventar dos

    universos livres da imaginação, através de um percurso lúdico pelo corpo que fala, o

    corpo que pede, o corpo que sabe…

    Formadoras_Emilie Allera e Paulina Almeida

    Participação_60 euros

    Datas_13, 14, 15, 16, 17 et 18 Setembro 2010 das 10h00 – 12h30

    Limite de participantes_15 pessoas

    Oficina de costura criativa CARGOlable por Anke Kalk

    A maioria dos projectos de cargas é muito simples de fazer sozinho.

    Durante a oficina, vamos ajudar-te a copiar e alterar os padrões que te interessam,

    assim como podes fazer os teus próprios desenhos. Se costurares o pano em “casa” podemos

    ajudar-te a costurar as partes difíceis também. De qualquer forma cada projecto vem com instruções próprias. Objectivo do workshop: desenvolver o teu design e carga individual.

    Oficina de contos colaborativos por Marie Jolin Köster

    Nesta oficina os participantes são convidados a explorar a arte da narração em

    colaboração, no espaço de luz e sombra estabelecidos. A oficina colaborativa cria

    histórias com base (inquérito automático) etnográfica.

    Uma caixa de diálogo entre diferentes perspectivas, vozes múltiplas a falarem outras

    línguas, sotaques, ritmos e registos criará um espaço da negociação de conceitos e

    experiências que são significativos para nós.

    A narrativa não linear e linguagem metafórica bem como a utilização de imagens, objectos sonoros, e o corpo abrirão múltiplas perspectivas da arte de narração, que iremos estudar em conjunto.

    Formadoras_Anke Kalk e Marie Jolin Köster

    Participação_40 euros

    Data_14, 15 e 16 Setembro 2010 das 15h-17h

    Limite de participantes_15 pessoas

    Oficina de lançamento de objectos_Lança-te ao ar

    É uma oficina não convencional de malabarismo, durante a qual são dados às

    pessoas objectos para que elas lancem ao ar e lancem a alguém que esteja perto.

    Esta oficina acontece por todo o espaço do CFC acaro/contagiarte, como acto simples de pôr o máximo de pessoas possível a lançar objectos ao ar. Os objectos: bolas, flores, roupas, utensílios

    de cozinha, balões ou cadeiras.

    Formadores_Dulce Duca e Adrien Batiot

    Data_13 de Setembro de 2010 das 15h-17h horas

    Participação_10 euros

    Informação adicional

    O que é a CARGOTOPIA

    É um projecto internacional que procura respostas alternativas para temas políticos, sociais, culturais e ecológicos, e até da promoção entre a vida no mar e em terra.

    Para conseguir atingir este objectivo, serve-se de um cargueiro à vela que utiliza para promover experiências entre pessoas de diferentes origens sociais.

    O combate à discriminação, violência e a diversidade cultural motivam os membros da Cargotopia. Entendem viver em comunidade, despertar a consciência ambiental e a promoção da arte de comércio justo.

    Para este ano a plataforma Cargotopia, propõe um encontro inter-cultural, a realizar no Cais de Gaia, nos dias 24, 25 e 26 de Setembro. Tal como em anos anteriores será realizado um fórum sobre alternativas pedagógicas, arte social e comércio justo, além da apresentação de performances e várias oficinas, ligadas a temáticas como ecologia, emigração e integração.

    O encontro contará com a presença de participantes de países como Portugal, Brasil, Itália, Alemanha, Vietname, Áustria, Polónia, Argentina, México, França, Estados Unidos, Itália e Espanha.

    O objectivo central deste encontro será o intercâmbio cultural e artístico entre os participantes e a comunidade portuguesa.

    CARGOcasa faire trade home Contagiarte 2010

    Residência artística, Porto 13 a 19 de Setembro, Centro de Formação Cultural acaro/contagiarte

    A residência de artistas CARGOcasa, projectada para o ano de 2010 na cidade do Porto, será reservada a artistas, pedagogos, programadores, pessoas ligadas ao mar, historiadores de arte, filósofos, cineastas e escritores que têm um projecto em harmonia com a visão do projecto CARGOTOPIA.

    A elaboração do programa para o festival CARGOTOPIA 2010, foi um dos critérios de selecção dos residentes da CARGOcasa, pelas directoras artísticas Paulina Almeida, Ana Moraes e Ana Saltão (Contagiarte), em conjunto com um grupo de trabalho.

    Estas residências situadas na casa Contagiarte e CFC – num ambiente único propício à criatividade e à colaboração interdisciplinar, envolvem vários artistas nacionais e internacionais, num total de 13 países envolvidos. Como um prolongamento do festival CARGOTOPIA, a residência estará empenhada no desenvolvimento de projectos que envolvam a noção de ecologia, do social, da náutica, de carga e do comércio justo. A casa Contagiarte / Centro de Formação Cultural, a qualidade dos espaços disponíveis e a forte zona urbana envolvente, oferecem condições excepcionais para a residência. A estrutura é perfeitamente concebida para um período de socialização, onde o nosso objectivo é simular a vida a bordo de um barco. Os artistas terão à sua disposição alojamento e salas para apresentação e formação aberta ao público.

    Esta é a primeira de um ciclo de residências projectadas até 2012, no Porto e em Berlim.

    www.cargo-topia.blogspot.com

    Para mais informações contactar para 222 234 224 /  222 000 682 (entre as 14h30 e as 19h30)

    ou enviar email para contagiarte@contagiarte.pt

  • Maio31

    No passado dia 29 Abril, dia mundial da dança, o Centro de Formação Cultural Acaro/Contagiarte (CFC) em parceria com a Metro do Porto, realizou um flashmob no Largo da Trindade, em frente à estação. Esta acção, em tom de rapsódia com músicas e danças do mundo, reuniu várias dezenas de participantes, alunos e professores do Centro de Formação Cultural.
    Este foi o resultado:

    Fotografias na nossa Galeria: Galeria de Fotografia wi-fi
    Fotografias no Facebook: http://www.facebook.com/album.php?aid=186384&id=285377886155 wi-fi

    VÍDEOS:

    JN:

    http://jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1557285

  • Fevereiro5

    CENTRO DE FORMAÇÃO CULTURAL

    OFICINAS 3ª FASE
    Fevereiro 2010

    A terceira fase de oficinas para o Centro de Formação Cultural Acaro/ Contagiarte tem início no mês de Fevereiro. Assim, cumprimos com o primeiro plano do projecto: criar oficinas para um público adulto (a partir dos 16 anos) em regime pós laboral. Queremos que as oficinas sirvam de complemento cultural a cada indivíduo e o sensibilize para as áreas artísticas propostas pelo Centro de Formação Cultural e pelo espaço Contagiarte. Estas oficinas não têm carácter profissionalizante.
    No mês de Março vamos colocar em marcha o plano para oficinas inseridas num projecto de serviço educativo, as quais serão direccionadas a indivíduos de outras faixas etárias, como as infantil, juvenil e seniores.
    Em Abril começarão a surgir as oficinas de regime pontual as quais se irão estender pelo Verão.
    O Centro de Formação Cultural aposta ainda nas parcerias com outros agentes culturais e artísticos, tendo para o ano 2010 como parceiros, entre outros, a associação cultural Terra na Boca, um projecto de Flávio Rodrigues, a Fábrica de Movimentos e o Fitei.

  • Novembro11

    FINALMENTE, NO DIA 16 DE NOVEMBRO, PELAS 17H30

    VAMOS ABRIR AS PORTAS DO

    CENTRO DE FORMAÇÃO CULTURAL

    ESTAMOS TODOS DE PARABÉNS!!!

    MUITO OBRIGADO PELO ENTUSIASMO E APOIO DEMONSTRADOS

    Abrir as portas à imaginação é, sem dúvida, um dos objectivos que originaram a criação do Centro de Formação Cultural Acaro/Contagiarte. Com a forte ligação da associação ao tecido cultural e artístico, seria inevitável o aparecimento, de modo natural, de propostas de formação que se fundem com um dos nossos grandes objectivos, isto é, experiências que formem e referenciem novos públicos.

    Abrir as portas à imaginação é muito mais que ensinar. É sobretudo correr o risco de aprender, de errar, de partilhar, de vivenciar e, sublinhamos, potenciar uma diversidade de pensamentos, de posturas, de acções que enriquecem a viagem de cada um.

    É COM ESTE ESPÍRITO, QUE ABRIMOS AS PORTAS A UMA NOVA CASA, DE TODOS PARA TODOS. SEJAM BEM VINDOS.


    NOVAS OFICINAS – INICIAM NO DIA 16 DE NOVEMBRO

    FLAMENCO

    Quinta-feira, das 20h00 às 22h00

    Mensalidade: 30€

    Orientadora: Catarina Ferreira

    Nas aulas de flamenco, rumaremos ao sul de Espanha, à Andaluzia, berço da arte flamenca onde aprenderemos a exorcizar as emoções. A dança flamenca dada a riqueza das suas coreografias pode albergar sentimentos diametralmente opostos, de um profundo sentimento de tristeza a uma euforia descontrolada.

    A cultura flamenca acompanhou sempre a história de Espanha e do Mundo e através dela foram-se contando e cantando momentos marcantes da vida íntima e da sociedade em geral.

    Cada palo (ritmo flamenco) é por si um documento histórico, entrando nesse personagem e sentindo na própria carne as sua penas podemos ver e dançar as nossas próprias inquietações. Como dizia Federico Garcia Lorca, por excelência, o mais flamenco dos poetas “O Flamenco, é o espelho da Andaluzia que sofre paixões gigantes e cala paixões, embaladas pelos leques e pelas mantilhas sobre as gargantas que têm. Tremores de sangue, de neve, e arranhões vermelhos feitos por olhares.”
    Plano
    OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
    * Desenvolvimento da consciência rítmica, introdução ao compás flamenco de 4×4, noção de tempo e contratempo
    * Aprendizagem de sapateados básicos, domínio do tempo musical com a percussão feita pelos pés e pelas palmas
    * Exercícios de postura, técnica de mãos e braços, expressão corporal e para as mulheres técnica de saia
    * Aprendizagem de coreografia de rumba e tango flamencos, dois dos ritmos de festa por excelência
    * Conhecer a origem, a história, os cantes e os principais artistas flamencos destes ritmos desde o século passado até à actualidade
    * Explorar a memória dos passos e suas combinações;
    METODOLOGIAS/PROGRAMA
    Cada aula é constituída por três partes:
    * Uma primeira parte com exercício de aquecimento, concentração e consciencialização corporal
    * Exercícios técnicos de diferentes partes do corpo isoladas que permitirão a agilidade necessária para a execução habilidosa das coreografias
    * Aprendizagem das coreografias e execução das mesmas


    SEVILHANAS

    Sexta-feira: 19h00 – 21h00

    Mensalidade: 30€

    Orientadora: Catarina Ferreira

    Nas aulas de sevilhanas embarcamos nos momentos iconográficos do país vizinho. O povo andaluz sempre celebrou com cantes e bailes de sevilhanas, eventos como as feiras de gado, as cruzes de Maio e todas as outras festas que os fazem um dos destinos turísticos do Mundo e que inspiraram obras de outras artes como a mítica ópera Carmen.  Retrocederemos na história para ver as sevilhanas como  um baile de origem folclórico (século XIX), primeiro na forma de seguidilla, seguindo como bolero até à divisão em  quatro coreografias que existem nos dias de hoje. Abordaremos os temas mais comuns: Sevilhanas de Feria da Feira de Sevilha e feiras do cavalo; Rocieras cantam  temas religiosos dos devotos e da  peregrinação a nossa senhora do Rocio;.Sevilhanas corraleras, vulgares nos pátios de vizinhos andaluzes; Sevilhanas litúrgicas que falam da Semana Santa. Sevilhanas boleras intituladas assim pela sua coreografia típica da dança clássica espanhola e de habilidosa execução. Sevilhanas para escutar executadas por grandes músicos flamencos. No fim teremos um intricado e misterioso jogo de mãos, a contorção dos corpos em harmoniosas voltas, jogos de pés e OLÉ!


    OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
    * Aprendizagem das quatro coreografias tradicionais de sevilhanas divididas pelas três coplas
    * Aprendizagem de trabalho a solo, a pares e em grupo
    * Trabalho de postura, técnica de mãos e braços
    * Expressão corporal e consciencialização corporal
    * Desenvolvimento da consciência rítmica
    * Domínio do tempo musical com palmas

    * Conhecer a origem, a história e os principais artistas de sevilhanas desde o século passado até à actualidade
    * Desenvolvimento da memória corporal

    * Contacto com a música e cultura espanhola
    METODOLOGIAS/PROGRAMA
    Cada aula é constituída por três partes:
    * Uma primeira parte com exercício de aquecimento, concentração e consciencialização corporal
    * Exercícios de palmas, de técnica de braços e mãos e técnica de pés

    * Aprendizagem das coreografias


    GUIÃO

    Quinta-feira, das 19h00 às 20h00

    Mensalidade: 30€

    Orientadora: Catarina Ferreira

    Um dia em entrevista perguntaram a Hitchcock quais eram as três coisas fundamentais para o sucesso de um filme ao que ele respondeu “O guião, o guião e o guião”. Para que um filme seja bem sucedido tem de contar uma boa história. A construção de boas histórias cinematográficas é o que aprenderemos nas aulas de guionismo. Estudaremos as boas referências históricas, documentando-nos e partindo para o trabalho conscientes da história que estamos a escrever, delineando o público-alvo e conscientes do tema, das cenas e do tempo, transformando a narrativa plausível para a linguagem cinematográfica.

    OBJECTIVOS ESPECÍFICOS
    * Aprender a escrever um guião cinematográfico

    • Criação dos personagens
    • Criação de acções
    • Criação de diálogos
    • Gosto pela escrita
    • Desenvolvimento do raciocínio lógico e criativo
    • Aprendizagem da linguagem cinematográfica
    • Aprendizagem de nomes e personagens fundamentais do cinema
    • Divisão do filme por partes, desde a narrativa clássica em três partes até a estruturas mais modernas
    • Introdução, desenvolvimento e desenlace

    METODOLOGIAS/PROGRAMA
    As aulas serão divididas da seguinte forma:
    -Abordagem teórica e histórica de referências cinematográficas
    -Exercícios práticos de escrita
    -Exposição e discussão dos trabalhos dos alunos

    Catarina Ferreira

    Nasceu no Porto é licenciada em Jornalismo e tem pós-graduação em guião cinematográfico pela Universidade de Barcelona.

    Obteve em 2009 o diploma de professora de dança para crianças da Promofitness. É bailarina da companhia Tablao Flamenco e Con Temple desde 2002. Recentemente apresentou duas obras como directora: “Variação das meninas de Goya” e “Sete mulheres”. Trabalhou como actriz num programa da televisão espanhola Localia: “Esto es pa echarlo”. Além de bailarina tem vários trabalhos editados como crítica de dança e de flamenco no Jornal de Notícias, Diario de Jerez, Ona Catalana e Catalunya Radio. No festival de flamenco de Jerez 2009 (no qual participa desde 2006) estudou com a professora Matilde Coral e Maria Moreno. No ano de 2007/2008 foi bolseira da Academia de baile flamenco de Maria del Mar Moreno, em Jerez de la Frontera onde estudou com a bailarina, com Jaime Cala e Angelita Gomez. Na mesma cidade fez formações especializadas de flamenco com Patrícia Ibanez e Ana Maria Lopez. Em Madrid, estudou expressão corporal com a professora La Truco, na escola Amor de Dios. Frequentou aulas de flamenco com Angel Munoz e Charo Espino e de clássico espanhol com Juan Motta e Ana Gonzalez. Em Granada fez formação em flamenco com a professora Elena Morente. Em Sevilha frequentou aulas de flamenco da professora Cármen de la Rosa na Academia de Manuel Betanzos. Estudou flamenco e sevilhanas na escola de Carmen Contreras com a bailarina e professora Eva Gutierrez, em Barcelona no ano lectivo de 2004/2005. Iniciou os seus estudos em dança espanhola, sevilhanas e flamenco com João Hydalgo de Medeiros. A sua formação em dança clássica começou com cinco anos pela mão das professoras Fátima e Paula Jesus, esta formação pelo método da RAD foi completada ao longo de quinze anos, mais tarde com as professoras Irene Cruz e Fernanda Canossa. Estudou dança jazz pelo método ISTD e contemporâneo com Sandra Esteves. Tem formação em teatro (cursos livres da ESMAE), maquilhagem de teatro e marionetas com Isabel Alves Costa. Tem formação em canto e em música e participou em vários projectos musicais.


    2ª Oficina de DRAMATURGIA

    “Escreve uma peça”

    Segundas-feiras, das 20h00 às 23h00 (frequência quinzenal – 1ª aula a 23 de Novembro)

    Orientador: Fernando Moreira

    Destinatários

    Todos os que gostam de teatro

    Esta é uma oficina visa a escrita teatral. Colocar-se-á em cima da mesa as ferramentas necessárias para a construção da obra dramatúrgica num intercâmbio plural. Depois cada formando terá a oportunidade de escrever a sua peça.

    Da 1ª oficina de Dramaturgia resultaram sete novos textos e sete novos autores: DIAS ANTES de Joana Céu, DEPENDENTES de Tiago Montenegro, IDENTIDADE de Sara Correia, PAS DE TROIS de Cristina Machado, PRIVATE DANCER de Maria Joana Félix, É SÓ MAIS UM de Sérgio Pereira e ESCRAVOS, MULHERES E DEUSES de Ângela Lopes.

    Objectivos

    Partilhar experiências dramatúrgicas

    Introdução ao ABC dramatúrgico

    Escrita de uma peça de teatro

    E sua leitura encenada

    Conteúdos Programáticos

    Módulo 1

    Leitura em voz alta textos de referência

    Análise e debate

    Visionamento de DVD’s teatrais

    Análise e debate

    Módulo 2

    Sobre que é a peça?

    Sinopse vs Resumo

    Recolha de material

    Módulo 3

    Estrutura ou Escaleta

    A voz do autor

    Espaço cénico

    Caracterização de personagens

    Módulo 4

    1ª Cenas

    Saber escolher

    A voz do outro

    Módulo 5

    Testar com actores

    Começar outra vez/reescrever

    Leitura ouvida

    Fernando Moreira

    Dramaturgo, Encenador e Actor. Frequentou as diversas oficinas de dramaturgia do Dramat/Tnsj, com particular incidência para a que teve a orientação de António Mercado. Escreve anualmente um ou dois textos directamente para o palco.


    DANÇA CONTEMPORÂNEA

    Sextas-feiras, das19h30 às 21h30

    Orientador: Flávio Rodrigues

    Aulas dirigidas a um público em geral com curiosidade em conhecer e experienciar a área da Dança Contemporânea. Pretende-se explorar o movimento através de exercícios que procuram aumentar a consciencialização do corpo, e através de uma abordagem pluridisciplinar do movimento desenvolver-se-á trabalho no âmbito da improvisação,interpretação e criação.

    Flávio Rodrigues

    Começou os estudos em dança aos 10 anos, na escola de dança Ginasiano.
    Concluiu o curso na área da dança na escola profissional Balleteatro, onde obteve a classificação de 18 valores no seu projecto final de curso. Em 2005, vive na Holanda, com o propósito de investir na sua formação artística, onde realça aulas com Conny Janssen e Ton Simons. Em 2006 participa na semana da dança de Guimarães tendo como formadores, Peter Michael Dietz, Aldara Bizarro e Paula Castro. Em 2008 foi bolseiro do núcleo de experimentação coreográfico do Porto, destacando “Release training e composição instantânea” com Loic Touzé,“Atenção pluridimensional” com Ludjer Lamers, “Master class (dança contemporânea) ” com Jeremy Nelson, “Workshop (dança contemporânea) ” com Robert Steijn e o atelier “Pequenos gestos na cidade” com Carla Cruz. Em 2009 frequentou o curso de especialização em intervenção pública e criação de obras em site-specific, pela universidade lúsofona onde salienta formação com Joana Vasconcelos, Martha Lacerda, Gabriela Vaz Pinheiro e Ricardo Nicolau. Como bailarino ou performer trabalhou com Victor Hugo Pontes, Joclécio Azevedo, Joana Antunes, Índio Queiroz, Juliana Snapper, entre outros. Mas é desde 2006, na criação das suas próprias obras que desprende a sua maior dedicação. Criou “Tarde de mais Mariana” em 2006, uma performance produzida e estreada no Balleteatro. “Brian Slade” em 2007 – 2008, apoiada pelo Balleteatro, produzida pela Produtora de Risco – Fábrica de movimentos, é apresentada em diferentes contextos e espaços, tais como no centro Histórico de Guimarães, Festival se esta rua fosse minha…, Festival solos de Malaposta, Festival Adição +, Festival da fábrica e Dança.pt. Desenvolveu a performance “CATÁLOGO “ em 2008, apresentada no Festival Dança 08 e Festival SET. Ganhou o concurso Jovens criadores 08 de Palmela com a peça/estudo “Uma coreografia de Flávio Rodrigues”, com apresentação final em Dança.pt 09. Desenvolveu em 2009 a performance “Charlotte O`Day”, estreada no Festival da Fábrica, Teatro Helena Sã e Costa. Em 2009 desenvolve “Primavera”, um projecto Site-specific para Serralves em festa – Projecto seleccionado no concurso Serralves em festa 09. Coreografa desde 2008, a Associação de Paralisia Cerebral do Porto (APPC), neste âmbito desenvolveu os projectos “Uma viajem flutuante” e “As coisas que não destruímos”. Criou e lecciona o ateliê para crianças, “Onde está a Bailarina” em diferentes contextos e lugares. É programador e produtor do evento “Dança em Dia”. Lecciona desde 2007 aulas de dança contemporânea.


    DANÇA INDIANA (Odissi e Bollywood)

    Um sábado/mês

    Novembro: dia 21, das 10h30 às 13h30

    Mensalidade: 25€

    Orientadora: Diana Rego

    Odissi

    “É o nome da dança do este da Índia, Inicialmente esta dança era realizada dentro dos templos de Orissa, como uma das principais oferendas a deus. Odissi é caracterizado pelos seus movimentos suaves e líricos contrastando com outros exactos e precisos. Tem um forte lado feminino, devocional, belo e vasta qualidade expressiva, assim como um intricado trabalho rítmico acompanhado pelo Pakhawaj drum, que é seguido lealmente pelo “sapateado a pé descalço” do bailarino.”

    Esta dança é uma meditação em movimento. O corpo torna-se uma escultura e dança,
    contando as histórias da mitologia Hindu. Este curso é de interesse para todo o tipo de bailarino e performer, há um forte trabalho de consciência corporal, rítmica e expressiva Como também para qualquer homem ou mulher que simplesmente goste de dança …

    Bollywood

    A palavra Bollywood é a junção das palavras: Hollywood e Bombay ( capital do cinema Indiano). Esta  dança  surgiu da  Cinematografia  Indiana, acabando por se tornar  num  estilo de dança , que se caracteriza  pela fusão de vários estilos diferentes. Sendo a base a dança clássica e folclórica indiana,   com  a dança moderna , belly dance , jazz, etc…  O desafio  desta  dança  é o seu  forte  trabalho   expressivo  e  rítmico.

    Diana Rego

    Bailarina e professora, traz uma bagagem com mais de dez anos de experiência, muitos destes passados nos países de origem destas danças ancestrais. Um ano de Graduação em dança no Brasil, na Universidade de Dança da Bahia(UFBA). Em 1987,começa o seu estudo de dança com Ballet Clássico até 1992 quando obtém o quarto grau da Royal Academy of London, na Escola de Bailado Alberta Lima. Em 1997, descobre a dança do Médio Oriente, com a professora Alema Prisca Diedrish com quem realiza um estudo intensivo, durante três anos e forma um grupo de Dança Oriental ‘Gawazy’. A partir de 2002, efectua várias viagens de pesquisa: Espanha; Grécia; TurquiaMarrocos e Israel com o propósito de aprofundar o seu estudo nas danças do Médio Oriente. Em 2003, é seleccionada para realizar o curso ‘Pesquisa e Criação Coreográfica ‘do Forum Dança, tendo como orientadores Clara Andermat, Margarida Bettencourt, entre outros.cEm 2007, permanece seis meses no norte da India, estudando dança Clássica Kathak com o Guru Mata Prasad e mais aprofundadamente, a dança Clássica Odissi com o Guru Padma Dehury .

    Recebe convite de trabalho para actuar na China, em tourné novamente com o grupo ‘Terrae Ignota Gharana’, participando no Festival de Artes Fringe, em Macau e no festival Snow Montain, em Lijang, entre outros. Em 2008, regressa de novo à India para dar continuidade ao seu estudo da dança Clássica Odissi por mais seis meses.

  • Outubro18

    Temos mobília nova no café concerto!

    Mesas e cadeiras em madeira que ficam imensamente bem no nosso espaço, venham estrear!

    Mobília nova no Café-concerto

    Mobília nova no Café-concerto


    Nos passados dias 15, 16 e 17 de Outubro, tivemos em cena a peça “Os Monólogos da Marijuana”.

    A sala esgotou nos 3 dias não sobrando metro quadrado onde “encaixar” alguém mais.

    A todos o nosso muito obrigado, e a aqueles que não fizeram atempadamente a sua reserva e não tiveram como tal a possibilidade de assistir ao espectáculo, tentaremos uma reposição para breve.

    monologosdamarijuana-hugo_lima-001

    "OS MONOLOGOS DA MARIJUANA" com Tobias Monteiro, Paulo Duarte Ribeiro e João Craveiro

  • Outubro1

    Temos disponível para visualização o novo vídeo promocional das Noites Folk, realizado na passada Quinta feira com a participação dos Zigaia, apresentação de Danças da Europa por Diana Azevedo e ainda uma jam a fechar a noite.

    Podem visualizá-lo aqui:

    Seguem os cartazes que saíram para promoção de algumas actividades de formação:

    Danças da EuropaDanças da EuropaPercussão Africana

  • Setembro8

    Olá!

    Estamos de volta para mais uma época, mais onze meses de produção, divulgação, promoção, informação e formação cultural e artística. São cada vez mais as propostas que nos chegam e mais desafiantes. Sentimos a nossa responsabilidade a crescer de dia para dia.

    Há oito anos atrás éramos uma companhia de teatro – Acaro – que sentiu a vontade de fazer nascer um espaço, um ponto de encontro, que cruzasse várias artes e criasse sinergias entre os projectos acolhidos e o nosso. Apostámos e continuamos a apostar fortemente no acolhimento e divulgação de outros agentes artísticos e culturais, concentrando-nos na forte mobilização e formação de públicos nas diversas áreas artísticas. E foi assim que há quase seis anos a Acaro se “fragmentou” e nasceu o Contagiarte, um espaço cultural cada vez mais emblemático da cidade e do país, um espaço falado pelo seu trabalho e pelos seus resultados, os quais se traduzem na visibilidade, na procura, na partilha e no respeito nutrido por todos os que nos visitam.

    Já no início desta nova época a Acaro e o Contagiarte têm mais um passo de gigante para dar. Em Novembro próximo vamos abrir as portas de um Centro de Formação Cultural, um projecto inédito, um novo espaço onde queremos desenvolver a nossa proposta na área da Formação, redimensionando-a, desafiando-a com novas ideias e parcerias. O Centro de Formação Cultural (CFC) vai ser um espaço onde cada um procura descobrir as suas paixões artístico-culturais, não pretendemos formar artistas mas enriquecer os conhecimentos culturais de cada indivíduo. Um espaço onde se aprende a gostar – “Só não gostamos daquilo que não conhecemos”. Há que tomar contacto, viver, experimentar, sentir, só assim os gostos se formam e a seguir ao gosto vem o hábito, claro. O CFC aposta fortemente na formação de públicos, mas também quer abrir as portas a projectos artísticos com residências e/ou espaços para desenvolvimento de processos. Um espaço de reflexão para ambas as partes, público e artistas. Um espaço de todos para todos.

    Claro que para que tudo isto aconteça, não se esqueçam, precisamos de vocês!

    Direcção artística da Acaro

    Setembro 2009


    _29.07.2009 – Centro de Formação Cultural (fase inicial)
    Fotografias tiradas por Hugo Lima

    + fotografias em www.contagiarte.pt/galeport/fotos.html